quarta-feira, 20 de julho de 2016

Como usar catalisador corretamente: Como medir, fazer divisões, misturar e usar. Como se usa catalisador em tintas vernizes e fundos.

Como diluir e catalisar tintas, vernizes, primers, fundos, wash primer, pfv e etc.

Olá pessoal, tudo bem?

Como catalizar corretamente?
Como faço para misturar catalisador ao verniz, tinta, fundo e afins?

Muitos produtos da área de funilaria e pintura necessitam da adição de catalisador para funcionarem corretamente.

Produtos que precisam de catalisador incluem:


  • Tinta PU
  • Verniz PU
  • Preto Fosco Vinilico ou PFV
  • Primer PU ou Fundo PU
  • Wash Primer


Linha PU, HS, Médios Sólidos e Altos Sólidos normalmente irão possuir algum produto para catalise.

Como fazer para catalisar os produtos de funilaria e pintura corretamente evitando problemas?

A primeira regra é: A adição de catalisador é feita antes do diluente, obrigatoriamente.

A segunda regra é: Siga à risca a recomendação do fabricante presente na lata, ou seja, a proporção recomendada pelo fabricante.

Alguns fabricantes tem, para determinada linha, diferentes tipos de catalisador que devem ser adicionadas em diferentes proporções. Portanto, leia atentamente a informação de uso do catalisador que você comprou em conjunto com a tinta, verniz ou fundo, visando identificar corretamente qual e a proporção de mistura de catalisador que você deve utilizar.

Normalmente vocè irá se deparar com a seguinte informação:

"Misture X partes de produto para W partes de catalisador".

Como fazer essa divisão?

Simples!

1. Atribua qual é a sua PARTE, ou seja, quantos ML identificam 1 PARTE para você. Exemplo:

1 parte para mim significa 50ML. Isso pode ser uma colher de sopa, um potinho qualquer cheio e etc. Atribua o que é 1 PARTE em sua medição no uso de determinado produto.

Note que você deve ter uma certa precisão nessa etapa portanto, caso use meio pote de algo, demarque bem esse "meio".

2. Atribuindo o parâmetro "UMA PARTE", temos então:

"Misture X partes..."

Vamos atribuir a X o valor de 2, logo:

"Misture 2 partes..."

Se, para este exemplo, atribui que uma parte corresponde à 50ML, teremos 2 partes de 50ML totalizando 100ML.

3. Atribuindo a quantidade de catalisador à 2 partes que são 100ML, temos então:

"...de produto para W partes de catalisador"

Vamos atribuir que W significa "1 parte" de catalisador, portanto se 1 parte equivale a 50ml, teremos então 50ml de catalisador sendo misturados à 100ml de produto, que pode ser a tinta, o verniz, o wash primer ou qualquer outro produto que necessite de catalisador para ser usado.

Temos então uma mistura final de 150ml para ser usada e aplicada no tempo adequado recomendado pelo fabricante e presente no rótulo do produto.

E se eu precisar diluir?

Normalmente a diluição será em porcentagem:

"Diluir com até Y% de Diluente TAL"

Como fazer a diluição?

Se temos 150ml, isso significa que podemos adicionar até Y% de diluente para uso.

4. Vamos atribuir que nosso valor Y é 30. Logo:

"Diluir com até 30% de diluente TAL"

Se em nossa mistura temos 150ml, 30% de 150ml equivalem à 45ml.

Chegamos então ao valor de catalisador e diluente para nosso produto aleatório, lembrando que os valores em partes X, W e Y estão presentes na lata e variam de acordo com o produto.

Seguindo essa regra você irá conseguir catalisar corretamente qualquer produto. A regra se aplica também para massa poliéster e massa plástica.

Dica: Misture bem o catalisador ao produto por até 2 minutos antes de usar. Deixe a mistura final (produto + catalisador + diluente) em repouso entre 5 e 10 minutos antes de aplicar para evitar fervura.

Dúvidas:

1. O que é PU?

PU = Poliuretano.

2. O que é HS?

Hard Solids = Altos Sólidos = PU = Poliuretano.

3. O que é Médios Sólidos?

Produtos que possuem catalisador porém não tem a mesma resistência da linha PU convencional, normalmente a proporção de catalisador que deve ser adicionada ao produto é menor.

4. O que acontece se eu usar o produto sem o catalisador?

Ele não irá secar e não tera resistência ao tempo. No caso de bases como primers e wash primers, não irá dar aderência ao acabamento final.

5. Posso misturar catalisador na tinta poliéster?

Não. Terá problemas. Não pode misturar catalisador nem em tinta poliéster, nem duco (laca nitrocelulose) e nem sintético.

6. Posso misturar tinta poliéster no verniz pu?

Não. Essa mistura trará problemas de tom, secagem e aderência.

Todo o fabricante explica corretamente quais produtos usar e como usar portanto, leia sempre o rótulo dos produtos. Muitos deles já disponibilizam na internet boletins técnicos com todas as informações necessárias para uso correto de seus produtos portanto, google é uma excelente alternativa para descobrir essas informações de uso.

7. Como diluir verniz pu? Posso diluir verniz PU?

Normalmente os vernizes não tem informações de diluição e os fabricantes não recomendam tal prática, porém ela é necessária em algumas situações aonde queremos uma pintura mais lisa ou até mesmo em retoques com aerógrafos.

Eu utilizo entre 5% e 15% de thiner diluente para PU ou semelhante, sempre seguindo a linha do verniz utilizado, no pu, thiner para pu, no sintético, thiner para sintético, e assim por diante.

8. Como diluir verniz vitral? (https://www.youtube.com/watch?v=oUc88eZqzlE)

O verniz vitral deve ser diluído com diluente apropriado para o verniz vitral, é o que recomendo. Siga as mesmas dicas da pergunta 7 logo acima.

9. Posso misturar verniz vitral em verniz pu? (https://www.youtube.com/watch?v=oUc88eZqzlE)

Fiz essa experiência e não tive problemas, siga as seguintes recomendações:

- Prepare o verniz pu conforme este artigo.
- "Tinja" o verniz pu com o verniz vitral.

Faça as misturas nas proporções adequadas, lembre-se que o verniz vitral ficará bem mais fraco em termos de cobertura de cor, e que o verniz pu terá uma resistência menor do que se utilizado como em uma pintura comum, aonde aplicamos o verniz vitral e depois o verniz pu.
Um abraço e até o próximo!


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domingo, 17 de julho de 2016

Techlab: Boina de Espuma ou Lã qual usar? Diferença de acabamento entre boina de espuma e boina de lã.

Olá pessoal, tudo bem?

Seguindo nossa série de artigos técnicos hoje apresento para vocês imagens que comprovam a diferença nítida de acabamento entre uma boina de espuma agressiva normal e uma boina de lã trabalhando com polidor de corte cremoso e massa de polir número 2 à base d'água respectivamente.

Qual a diferença de acabamento entre uma boina de lã e espuma?

Boina de Espuma Laranja na etapa de corte com politriz rotativa e composto polidor cremoso de corte (3M Premium, Lincoln Extra ou Mega Forte, NSWAX Extra Forte, etc):

Lado esquerdo efetuado uso da boina de espuma laranja.

Boina de Lã Branca na etapa de corte com politriz rotativa e massa de polir número 2 à base d'água:


Como podemos notar, o acabamento de uma boina de espuma é superior ao de uma boina de lã, fazendo a mesma etapa de polimento.

A diferença não se deu pelo uso da massa de polir?

Não, essa diferença se deve praticamente em sua totalidade ao uso da boina de lã.

A boina de espuma dura menos, é verdade?

Sim, ela de desgasta mais rápido.

Tem algum vídeo mostrando mais detalhes sobre diferenças entre boinas de lã e espuma com um mesmo produto? Existe um comparativo entre boinas de polimento?


Sim, tenho um vídeo no canal que faço o uso do mesmo produto com todas as boinas de polimento automotivo disponíveis no mercado, mostrando o grau de acabamento de cada uma delas. Confira!

Quais as diferenças de poder de corte de boinas de espuma, compostos polidores cremosos e massa de polir? Confira neste vídeo!

Quer saber todas as diferenças e dicas sobre boinas de polimento? Confira o episódio sobre boinas de polimento em nosso curso completo de polimento profissional gratuito!

Como usar esses produtos? Confira em nossos vídeos da série polidor automotivo.

Um abraço e até o próximo!


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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Como Polir Metais Polimento em Metais Parte 5: Polimento Manual de Metais como Fazer

Último vídeo de nossa série sobre polimento de metais, trazendo mais dicas sobre o polimento manual de metais!


Todo o material utilizado pode ser comprado diretamente conosco, basta entrar em contato pelo email vendas@rodrigogsi.com.br pedindo seu kit. Não esqueça de enviar seu cep para agilizarmos os calculos. Aceitamos Pagseguro.

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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Associando canal do Youtube à uma Network: Cuidado!

Bom dia pessoal, tudo bem?

Desde que comecei a postar vídeos no Youtube, conforme o canal foi crescendo com o apoio de todos vocês que me acompanham e me incentivam à continuar fazendo e postando vídeos, recebi diversos convites para vincular meu canal à Networks do Youtube.

Certamente você que está lendo este post procurou pelo tema no google ou é meu espectador, então, este artigo se aplica à quem produz conteúdo para o Youtube ou tem curiosidade sobre como funcionam os programas de parceria alternativos ao Google Adsense.

Não irei entrar em termos de valores de ganhos em publicidade mas dar uma visão geral para vocês sobre o que ocorre antes, durante e depois do processo de associação à Networks.

O que é Google Adsense?

É a plataforma de propriedade do Google que oferece anúncios e propagandas para produtores de conteúdo. Isso se aplica à sites de qualquer natureza, blogs e os vídeos do Youtube.

O que é uma Network?

As networks são redes de anunciantes e produtores de conteúdo que oferecem suporte aos produtores de conteúdo e anunciantes diferenciados se comparados ao Google Adsense.

Existem diversas networks não só para o Youtube mas para diversas plataformas, porém, a que mais nos interessa é o Youtube. Cada network tem seu pacote de serviços e vantagens, bem como as taxas de ganhos que ficam retidas pela network em troca dos serviços prestados por ela ao seu canal.

Dentre eles estão:

  • Divulgação de seu conteúdo em meios especiais.
  • Anúncios diferenciados.
  • Repasse de pagamentos pelo PayPal.
  • Conexão com canais semelhantes e colaboração entre eles.
  • Modificação no conteúdo de seus vídeos.

Nota: Isso varia de acordo com a Network.

Como funciona a associação do canal a uma Network?

Quando produzimos conteúdo monetizável, ou seja, passível de ganho com publicidade, devemos possuir os direitos autorais para exibir anúncios e ganhar alguma coisa com nosso conteúdo, no caso do Youtube, anúncio em vídeos. Para isso vinculamos nossa conta ao serviço do Google Adsense para que o Adsense tenha o controle de seus ganhos e repasse para você ao final do mês, sendo transferido efetivamente em forma de pagamento próximo ao 15º dia do mês posterior ao mês anterior.

Associar seu canal à uma Network significa trocar o Adsense pela Network, ou seja, todo o ganho relacionado à publicidade será transferido à Network e a Network que terá a responsabilidade de lhe repassar os ganhos após tirar a parte referente ao pagamento dela e lhe enviar o restante. à partir do momento da associação o suporte Google / Youtube não se responsabiliza e não se intromete nos pagamentos e nas negociações referentes à problemas com seu canal pois não é mais de responsabilidade do Google. Ou seja, qualquer problema deverá ser tratado diretamente entre você e a Network.

Outro ponto importante é que o que irá gerir isso é um contrato entre você e a Network, sendo assim, você deverá prestar bem atenção às cláusulas que determinam os termos para vincular e desvincular o seu canal e as regras de pagamento pois, caso você queira desvincular o seu canal da Network e retornar ao Adsense, cabe única e exclusivamente à Network fazer essa remoção. Isso significa que não basta você querer, a Network terá que aprovar isso e você não tem como forçar isso via suporte do Youtube, eles simplesmente não fazem isso até o momento!

Como resolver problemas com uma Network?

Se você tiver problemas referentes à pagamentos, vinculo e etc, isso deverá ser tratado com advogado caso não exista entendimento entre as partes. Ponto importante que deve ser considerado é o foro, ou seja, aonde seus recursos deverão ser julgados. Pode ser que não sejam julgados nem no Brasil, portanto, fique de olho nisso.

Via de regra, o Youtube e o Google não se envolvem nessas questões e tudo é negociado e resolvido entre você e sua Network.

Minha experiência:

Eu tive aborrecimentos ao me filiar à uma network pelos seguintes motivos:

1. Não conseguiram me explicar claramente qual o cronograma de pagamento para meu canal após a associação na metade do mês, mesmo após 45 dias de permanência na network e dois fechamentos de mês e recebimento de ganhos deles referentes ao meu canal.
2. Exigiram login e senha da minha conta para fazerem "otimizações" em meu canal, em paralelo, incluir uma conta como Administrador do canal, função que não existe em minhas opções no Youtube.
3. Falha de comunicação entre a própria equipe da Network. Muitas vezes emails eram trocados com pessoas que não tinha alçada para responder dúvidas simples relacionadas ao funcionamento da plataforma e eram escaladas sem histórico, ou seja, eu precisava explicar mais de 2 vezes o que estava acontecendo, algo bem cansativo.
4. O contrato apresentado no Youtube era genérico.
5. Plataforma dentro da Network despreparada para o Youtube. Os relatórios de ganhos gerados pela Network eram muito ruins, a plataforma é desenvolvida 100% para músicos e não para produtores de vídeo. Isso significa que, por exemplo, a quantidade de cliques no relatório poderia ser quantidade de vendas, sem métricas para os vídeos.
6. Promessas infundadas. Muito se fala e pouco se faz.

Em 45 dias de associação só me incomodei com isso, o único ponto positivo era receber pelo Paypal.

Não caia na conversa de crescimento de seu canal, rentabilidade maior garantida e promessas como essa. Eu tinha o pé atrás com isso e resolvi testar, não gostei e algumas coisas poderiam ter sido evitadas somente com explicação clara e objetiva nos primeiros contatos, coisa que não conseguiram fazer devido à despreparo.

Não vou mencionar nome da Network para não ter problemas mas, via de regra, todas para mim funcionam da mesma maneira:

Email padrão enviado para o dono do canal, muitas vezes em Inglês.

Contrato padrão com promessas de muita melhoria.

Falta de dados estatísticos de outros canais que provem que realmente funciona, que o que eles dizem realmente será feito e funciona.

Nenhuma network conseguiu me passar dados estatísticos do antes e depois de alguns meses de parceria que comprovem sua eficácia para um canal que tenha participado dos programas de melhoria.

Portanto: Tire todas as suas dúvidas antes de associar seu canal à uma Network e, na dúvida, não associe.

Um forte abraço e até o próximo!

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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Como Polir Metais Polimento em Metais Parte 4: Polimento em Aço, Inox e Afins com Politriz

Olá pessoal, tudo bem?

Seguindo nosso processo de polimento geral em metais, tais como:

- Aço.
- Alumínio.
- Inox.

Aonde podemos aplicar esse mecanismo?

Em carros, motos e quaisquer outros tipos de metais que queremos fazer o acabamento espelhado e remover oxidação.

Posso lixar o metal antes de polir?

Sim. Se o metal em questão é bruto, maciço, pode-se fazer o lixamento para remover oxidação e imperfeições. O lixamento deve começar com lixas grossas de sua preferência, à seco ou a úmido, porém as lixas finais deste processo devem ser lixas para polimento automotivo, tais como P1200, P1500, P2000 ou mais finas.

Qual a necessidade de finalizar o lixamento com lixas finas?

Facilidade no polimento. Quanto mais fina for a lixa final, mais fácil será de polir e remover as marcas de lixa.

O lixamento não é obrigatório e fica a seu critério realiza-lo ou não. Eu faço o lixamento para remover oxidação severa ou deixar a peça espelhada, com bastante reflexo. É um processo demorado que não iremos entrar em detalhes neste post.

Vimos até aqui o processo de polimento em metais cromados, se você não viu, clique aqui para conferir!

Agora chegou a vez aonde podemos usar produtos e meios mais abrasivos.

Quais os produtos iremos usar para polir metais?

1. Politriz automotiva profissional com velocidade variando entre 2 e 3.
2. Prato suporte 3 polegadas.
3. Boina jeans para polimento em metais 3 polegadas (ou equivalente).
4. Boina de Tecido super macia (ou equivalente) 3 polegadas.
5. Composto polidor de metais (em meu caso, Mills).
6. Flanela de micro fibra ou 100% algodão.
7. APC / Água com shampoo automotivo para limpeza das peças.
8. Cera para proteção e acabamento final (em meu caso, NS Paste Wax).

O disco jeans é mais abrasivo, removendo mais marcas e também deixando marcas sobre a peça polida. Para isso, recomenda-se que faça o uso da boina macia após a etapa do uso da boina jeans, para melhorar o acabamento final.

Posso usar massa de polir e boinas de lã automotivas?

Pode. Inclusive utilizamos boinas velhas que já não servem mais para polimento de pintura no processo de polimento em metais.

Quais os cuidados que devo ter neste processo?

Cuide muito com o aquecimento da peça, ocasionando manchas de produto.

Cuidado com a saturação das boinas, algo que prejudica o poder abrasivo e remoção dos defeitos.

Faça a limpeza dos discos jeans frequentemente com uma escova de dentes ou de roupa limpa em conjunto com uma flanela, removendo o excesso de produto e metal da boina.

É normal a boina e a peça ficarem pretas?

Sim, faz parte do processo. Para remover esse excesso de metal e produto da peça, faça a limpeza com o material mencionado no item 7 mencionado na lista de produtos utilizados.

Vamos ao vídeo?




Posso vitrificar essas áreas polidas?

Sim, após o teste do seu vitrificador em uma pequena área.

Posso usar a politriz roto orbital para fazer o processo de polimento?

Sim, com os mesmos produtos mencionados neste tutorial.

Posso lixar com a politriz?

Sim, desde que utilize interface de espuma para lixamento e lixas apropriadas.

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Na próxima matéria iremos falar deste mesmo processo, porém com ênfase em como polir metais manualmente.

Um forte abraço e até o próximo!

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